Pr. Carlos Eduardo

Pr. Carlos Eduardo

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Texto Revista Obreiro - CPAD


MINISTERIOS CARGOS E FUNÇÕES, CONFRONTO ENTRE CHAMADA E COMPETÊNCIA


Temos cotidianamente verificado, por lentes antropológicas ou não, uma crescente, incessante e muitas vezes doentia busca por cargos, funções, títulos, e até ministérios. Quer nos parecer que na mesma proporção estamos a assistir uma banalização dos méritos, do trabalho digno, da honradez, da moral e da ética que é a moral prática.

Às vésperas de uma eleição para o cargo mais poderoso do mundo, não é exagero dizer isto, somos compelidos a assistirmos atônitos toda espécie de acusações, suposições, desgastes, embustes, trapaças, na busca do tão sonhado cargo. Ao mesmo tempo, assistimos que o mesmo empenho não é empregado para o bem da raça humana por pessoas que ocupam cargos de mesma importância.

Não nos compete, não é propósito deste artigo qualquer espécie de crítica político-social, incumbe-nos tão somente alertarmos, tocarmos a buzina em Sião[1], abrirmos os olhos aos remidos para que não seja esta mesma a tônica de nossa existência enquanto Igreja de Cristo.

O verbo inglês “to be” traduz-se para o português tanto como verbo “ser” como verbo “estar”. Tenho observado que confusão semelhante pode se instalar em corações pouco afeitos ao exercício da humildade e reflexão dela decorrente.

Não bastasse esta dificuldade supra, observamos surpresos, confusões conceituais entre cargos, funções, ministérios, etc... Estas nascem muitas vezes, e inclusive, de um desconhecimento de conceitos outros como “modelos administrativos” e “modelos eclesiásticos”.

O assunto comporta teses de doutoramento, dissertações de mestrado e diversas monografias, não será em uma pequena exposição ou artigo que poderá esgotar-se ou esgotar suas possibilidades e diversos entendimentos. Quando muito arranhará a superfície. Mas se puder despertar a reflexão já terá atingido seu alvo.

Primariamente ao obreiro incumbe auto conhecimento suficiente para localizar-se entre aquilo que “é” e aquilo que “está”. Se confrontados com a eternidade, todos nós “estamos” alguma coisa, somente “seremos” algo quando formos “iguais a Ele”. Levando tão somente em consideração nossa caminhada terrena, então verificaremos posições, cargos, funções, enfim, que tão somente “estamos”, em contraponto a outras mesmas para as quais “somos”.

Em escala hierárquica, aquilo que “somos”, deve ser mais importante e valorizado que aquilo que “estamos”. Sermos salvos, sermos pastores, evangelistas, presbíteros, diáconos, cooperadores, é mais importante que qualquer coisa que possamos “estar”. Porque escrito está: - Sede santos, porque eu sou santo.[2] Quando atingiu Abrão a idade de noventa e nove anos, apareceu-lhe o Senhor e disse-lhe: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; anda na minha presença e sê perfeito[3] . Havemos de aprender olhar hierárquico valorativamente. “Ser” é mais importante aos olhos de Deus que “estar”.

Há cargos outros, funções outras, para as quais “estamos”. Particularmente cargos da estrutura jurídico administrativa da Igreja são na sua grande maioria transitórios. Não devem ser desvalorizados, são honrosos, são dignos de todo respeito e empenho, mas são via de regra transitórios. Envidar esforços tais que transformem aquilo que somos em “coisa”, mercadoria, “coisificar-se” e abrir mão de valores, ou prejudicarmos aquilo que somos por algo transitório não é atitude sábia, sequer inteligente.

Há aqueles que se dizem Homens de Deus, mas que meramente “estão”. A efemeridade de sua santificação permite aos que lhe são próximos, particularmente familiares e amigos, verificar que às vezes “estão” crentes, “estão” santos, “estão” pregadores, “estão” ministros. Jamais “são”. Normalmente não passa de demonstração externa e vazia, teatro teológico, apresentação artística. Para estes, Deus continua dizendo: - Rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao Senhor... [4] Deus continua dizendo melhor “ser” obediente, que “estar”sacrificando: - Eis que o obedecer (atitude procedente do caráter) é melhor do que o sacrificar(ato aparente)...[5] .

“Ser”demonstra firmeza de caráter, caráter de Cristo, enquanto “estar” demonstra exatamente o contrário nos casos acima.

No tocante a conceitos como cargos, funções e ministérios, primeiramente gostaria de mencionar que a diferença fundamental que encontro é de fonte, de nascente, de origem, de gênese.

Não consigo enxergar ministério que não tenha origem em Deus, ou então não é “ministério”. Não entendo como ministério qualquer atividade que não tenha origem na vontade e no coração de Deus. Por isto só, tenho para mim, e defendo que ministério é dádiva divina, é a manifestação da vontade de Deus, do Senhor dos Senhores para nossas vidas, vontade dEle materializada em nós.

Os cargos, via de regra são institucionais, nascem das necessidades de uma instituição. E devem ser supridos ou substituídos de acordo com as necessidades da própria instituição, não são eternos, mas têm a sua duração fixada nos regulamentos, jurídicos ou não, de uma instituição, seja esta uma pessoa jurídica, um departamento, etc...

As funções, são missões acessórias, são designações para trabalhos específicos. Via de regra são mais transitórios que os cargos e se esgotam quando a missão que lhes deu origem se esgotou ou exauriu.

Pela própria origem e tempo de duração podemos delimitar com facilidade a hierarquia entre ministério, cargo e função. Não há possibilidade que um cargo seja mais importante que um ministério, o mesmo podemos dizer com relação a uma função diante de um cargo. Isto deve ser entendido com sabedoria para que se evitem erros fatais de julgamento. Somente exemplificando: - Um pastor (que é “ministerialmente” pastor) que para “estar” presidente, precise abrir mão de seu “ministério” pastoral e/ou de todas as exigências ético-morais, de decoro, e espirituais que seu ministério preza, estará cometendo um erro fatal. Cumpre-nos respeitarmos primeiramente a Deus, (...Antes, importa obedecer a Deus...[6] ) que é o único Senhor verdadeiro que nos dá imerecidamente (quem somos nós?) o ministério. Isto somente para exemplificar, pois o mesmo se aplicará em qualquer outra situação, ministério ou cargo, pastor, diácono, cooperador ou membro da Igreja.
Podemos ter por vezes dificuldades de entendimento entre as espécies de governos ou “modelos administrativos” em nossas Igrejas. Uma boa compreensão disto também ajudará nosso julgamento.

Com algumas diferenças nominativas e algumas variações pontuais, mas encontramos três grandes “modelos administrativos”, “governos eclesiásticos”, ou outra denominação que se utilize. Apenas para o que nos propomos utilizaremos os termos “modelo administrativo”. São conhecidos os modelos administrativos episcopal, presbiterial ou presbiteriano e congregacional.

No modelo congregacional, a congregação auto governa-se. É comparável ao modelo da democracia direta ainda utilizada em alguns cantões suíços onde os cidadãos da cidade votam as próprias leis. É também parecido ao modelo de governo de algumas cidades gregas e outras romanas, onde as pessoas dotadas de status civitatis ou os pater familiae reuniam-se na ágora (praça) para determinarem suas próprias leis. As decisões da comunidade local se sobrepõem a qualquer decisão externa, mesmo que da própria denominação. Ao ministro incumbe as funções teológico pastorais, e não necessariamente as administrativas. Por estas últimas qualquer ministro, ou grupo colegiado específico, somente será responsável administrativamente se por delegação da congregação e nos limites de competência por esta estipulados.

No modelo presbiterial ou presbiteriano, vemos semelhanças com a forma de governo secular parlamentarista. Respeitadas as diferenças de como os presbíteros são consagrados e/ou eleitos, estes decidem os aspectos administrativos da Igreja. Comumente comparável ao premier ou primeiro ministro, haverá um presbítero que presidirá sobre os demais e as decisões serão tomadas por um órgão colegiado, que representa a comunidade, normalmente o colegiado de presbíteros ou “presbitério”. Novamente o ministro, pastor, ancião, apóstolo, ou outro, incumbirá as atividades teológico-pastorais.

O modelo episcopal, particularmente adotado por igrejas como as Assembléias de Deus, guarda semelhanças com a forma de governo secular presidencialista. Ainda que o termo “episcopal” remeta aos “presbíteros”, tal termo é muitas vezes, quase sempre mesmo, substituído pelo termo “pastor”. (Em algumas denominações “apóstolo”, “bispo”, “discípulo”, etc...) De acordo com seus ordenamentos jurídicos, estatutos e regimentos haverá um pastor (...ou...) que cumulará o cargo de “presidente”. Neste cargo, o “Pastor Presidente”, cumula para além das atividades teológico-pastorais (ministério) também as atividades de direção jurídico-administrativas (cargo) da Igreja.

Note-se que são atividades que se comunicam, são quase simbióticas, mas distintas e hierarquicamente diferentes. Uma boa compreensão destes modelos pode evitar erros crassos de julgamento.

Maiores dificuldades encontramos quando nos dispomos a falarmos e estudarmos os chamados “modelos eclesiásticos”. Dentro dos modelos eclesiásticos encontramos os cargos eclesiais, que infelizmente, e dizemos infelizmente porque entendemos que de fato não deveria ser assim, mas têm se diferido do ministério ainda que se utilize dos mesmos nomes.

Dentro dos “modelos eclesiásticos” encontramos uma hierarquização das atividades eclesiais onde os termos: - Cooperadores, diáconos, presbíteros , evangelistas, pastores, bispos e apóstolos são vistos como uma grande escada hierárquica. Os mesmos termos utilizados para designação de “ministério” jamais poderiam ser hierarquizados. Biblicamente não há hierarquização ministerial entre presbíteros e diáconos, ou entre pastores e presbíteros, ou ainda entre evangelistas e pastores. Ministerialmente e aos olhos de Deus, são chamadas específicas, capacitações divinas para execução de trabalhos específicos. Como não pode no corpo comparar-se hierarquicamente os pés das mãos, mas tão somente serem vistos como órgãos com função específica, assim aos olhos de Deus são os ministérios. Cristo é cabeça do corpo no qual todos nós somos membros com funções específicas. Já com os cargos eclesiais, por tratarem-se de construções humanas, não se pode falar o mesmo.

Problema maior ainda quando numa mesma pessoa cumula-se uma “titulação”eclesial diferente do “ministério”que o exercente possui. Na dificuldade que se instala encontramos pastores de “ministério” com “cargo eclesial” de “evangelista”, encontramos “evangelistas”de “ministério” com “cargo eclesial” de “pastor”. Não é incomum encontrarmos homens de Deus com chamadas ministeriais evangelísticas lindas, ocupando um cargo eclesial de pastor sendo que jamais desenvolveram da parte de Deus chamada pastoral, jamais ligaram-se a um rebanho, e o contrário também é verdadeiro. Mas tal faz parte do mundo das construções humanas com todas as suas contradições, agora ter clareza na compreensão destas coisas evitará erros de julgamento severos.

Por falta de compreensão do acima exposto, não é incomum encontrarmos dificuldades relacionais e de administração na Igreja. Não é incomum nos depararmos com disputas por cargos, funções, consagrações, que transformam-se até mesmo em escândalos, dissensões, porfias e toda sorte de males. Uma boa compreensão, somada a uma humilde auto-análise e a uma realista análise situacional, envergonharia o inimigo da obra de Deus e evitaria toda sorte de problemas inaceitáveis que as igrejas têm enfrentado.

Uma pessoa de oração, que tem boa compreensão auto-analítica de sua chamada ministerial jamais pleitearia cargo eclesial que com esta não fosse compatível, e inúmeros males se resolveriam. Uma pessoa com boa visão de suas aptidões, capacidades e requisitos, jamais pleitearia cargos ou funções para os quais não estivesse apto, e muitos males se evitariam.

Pessoas em condições de ordenar ou dar cargos, se tiverem boa compreensão, realizarem boa análise do candidato, de sua chamada ministerial, aptidões, competências, vida familiar, resultados ministeriais qualitativos, não cometerão erros evitando tantos escândalos e más notícias como temos sido alvo. Ou pelo menos os minimizaria muito já que enganos são sempre possíveis. No entanto, e isto o mais importante, se orassem pedindo ao Senhor e d’Ele buscassem a resposta, aceitando-a não errariam e a obra de Deus não sofreria. Por óbvio, a oração e o pedido de resposta de Deus sempre serão os pontos de partida tanto para o candidato quanto para o analista.

Como “ministérios” diante do Senhor que os doa jamais serão, também cargos e funções jamais deveriam ser fruto de pressões políticas, partidarismo, vínculo familiar, conchavos ou quaisquer outras manobras antiéticas, imorais, indecorosas e desprezíveis aos olhos do Senhor e de seu povo.

Não é desprezível, que diante das limitações humanas não seja fácil escolher as pessoas certas. E superar as limitações humanas só é possível com a ajuda do Espírito Santo. Lembro-me da confissão de um ensinador que após ordenar um evangelista e decepcionar-se com este foi orar. Na oração o Senhor lhe disse que ele não havia consultado Deus e que aquele obreiro consagrado não passava de um Issacar. O ensinador afirmou em seu testemunho que quando procurou na Bíblia para saber do que se tratava a palavra Issacar encontrou um versículo bíblico que afirmava. Issacar é jumento de fortes ossos, deitado entre dois fardos.[7] E do alto de sua belíssima nordestinidade o pregador disse: - Consagrei um jumento empacado porque não orei ao Senhor...

A busca desenfreada por cargos, funções, posições, títulos, etc... sempre ocorreu, particularmente afirmamos, ocorreu muito no cristianismo desde seu início. Textos bíblicos como Mt 20.20-28, Mc 10.32-45; Lc 18.31-34, não nos deixam enganados. O que não podemos é adotar postura de conformismo, como se as coisas fossem assim mesmo. Não é aceitável, seria conformação ao mundo, seria ausência da possibilidade da renovação da mente. Leia-se: - E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.[8] A oração, a busca em Deus jamais poderá ser dispensada, secundarizada, ou até em alguns caso ridicularizada. Jamais. A oração e o pedido de orientação divinas, juntamente com a análise da chamada ministerial e das capacidades dos candidatos como em At 1.15-26, jamais poderão ser substituídas por eleições carnais motivadas por pura carnalidade.

Mas com oração e análise sábia, os erros serão evitados e o nome do Senhor será exaltado no exercício do ministério do consagrado ou convidado.

Outra dificuldade que se impõe muitas vezes também está na ausência de preparo de muitas pessoas para o exercício de certas atividades. Para o exercício ministerial o ponto de partida será sempre a chamada ministerial, mas para os cargos e funções há que se exigir, até às vezes por força de lei, outras competências e formações.

A obra do Senhor é espiritual, mas se materializa através de pessoas físicas e pessoas jurídicas de direito privado. Não somos do mundo, mas nele estamos e devemos existir como seres humanos. O Senhor é quem faz a chamada ministerial e dá dons e aptidões, mas o desenvolvimento de competências e formações cabe aos seres humanos. A Igreja não é uma empresa, mas deve humanamente ser gerida como pessoa jurídica de direito privado.

Deus precisa de homens por si chamados, a Igreja de Cristo enquanto corpo espiritual precisa de homens espirituais, mas enquanto pessoa jurídica precisa de seres humanos qualificados e competentes para exercício dos cargos e funções desta. Nem sempre tem sido fácil encontrá-los, mas percebo dia a dia um movimento de modificação desta realidade.

Tenho assistido esta consciência crescente entre o povo de Deus. A Faculdade que dirijo pertence às Igrejas Assembléias de Deus do Paraná, ministramos cursos seculares e pelo menos 50% dos nossos estudantes são servos de Deus praticantes, a grandiosa maioria em igrejas evangélicas. Eis aí a prova cabal de que o povo de Deus se conscientiza de sua humanidade, provisória, mas necessária e na qual temos oportunidade de sermos úteis para o Reino de Deus. É como humanos, comparáveis a agentes infiltrados do exército celestial, que conquistamos almas para o Reino de Deus sem deixarmos que este revestimento carnal contamine o ser espiritual que irá morar com Cristo na eternidade.

A busca por formação, crescimento intelectual, capacitação, melhor escolaridade jamais substituirá a unção de Deus na vida de um homem. Jamais substituirá a chamada ministerial, jamais substituirá o poder do Espírito Santo em seu ser. Mas com certeza lhe fornecerá armas, acessórios que corroborarão na sua luta espiritual, ao mesmo tempo o qualificará para as atividades que a obra terrena da Igreja tem necessidade.

Não é jargão ou brocardo, é necessidade do Reino, cresçamos na graça e no conhecimento de Deus, de suas coisas e das ciências. A obra do Senhor agradece.






Bibliografia

ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. CPAD 1996.
CHAMPLIN, R.N. ; BENTES, J.M. - Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. São Paulo, SP: Ed. Hagnos,2001.
ELWELL, Walter A. Manual Bíblico do Estudante. CPAD 1995.

HENDRICKS, Howard G. E Gangel Kenneth O. Manual de Ensino para o Educador Cristão. Rio de Janeiro, RJ: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 1999.

HORTON, Stanley. Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 1997.

KESSLER, Nemuel.Crise de Integridade no Ministério Pastoral. Rio de Janeiro: CPAD.

SBB: Bíblia Almeida Revista e Corrigida. Sociedade Bíblica do Brasil, 1995.

SBB: Bíblia Almeida Revista e Atualizada - Com Números De Strong. Sociedade Bíblica do Brasil, 2003; 2005.

VINE, W.E., Merril F. Unger e William White Jr. Dicionário Vine, tradução Luís Aron de Macedo, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2002.
[1]Sociedade Bíblica do Brasil: Almeida Revista E Corrigida. Sociedade Bíblica do Brasil, 1995; 2005, S. Jl 2:1
[2]Sociedade Bíblica do Brasil: Almeida Revista E Atualizada - Com Números De Strong. Sociedade Bíblica do Brasil, 2003; 2005, S. 1Pe 1:16
[3]Sociedade Bíblica do Brasil: Almeida Revista E Atualizada - Com Números De Strong. Sociedade Bíblica do Brasil, 2003; 2005, S. Gn 17:1
[4]Sociedade Bíblica do Brasil: Almeida Revista E Atualizada - Com Números De Strong. Sociedade Bíblica do Brasil, 2003; 2005, S. Jl 2:14
[5]Sociedade Bíblica do Brasil: Almeida Revista E Atualizada - Com Números De Strong. Sociedade Bíblica do Brasil, 2003; 2005, S. 1Sm 15:22
[6]Sociedade Bíblica do Brasil: Almeida Revista E Atualizada - Com Números De Strong. Sociedade Bíblica do Brasil, 2003; 2005, S. At 5:29
[7]Sociedade Bíblica do Brasil: Almeida Revista E Corrigida. Sociedade Bíblica do Brasil, 1995; 2005, S. Gn 49:14
[8]Sociedade Bíblica do Brasil: Almeida Revista E Atualizada - Com Números De Strong. Sociedade Bíblica do Brasil, 2003; 2005, S. Rm 12:2

2 comentários:

Salgadito Doi2 disse...

caraaaaca! assim que eu tomo conhecimento desse blog já tem milhares de textos publicados. vê se pode!

meu pastor não brinca em serviço mesmo rsrs

me orgulho muito de ser sua ovelha viu? te amo e admiro muito (loge de puxa-saquismo)....olha se um dia eu for 10% de tudo isso ai eu to é no lucro hauhauhauaha

vou seguir vc agora...com esse blog num saio mais do seu pé...

akele abraço!!!

Anônimo disse...

A Bênção de Deus esteja sobre a Bênção que você é. Abraço.
De Amauri Galvão.